Impuestos y Monotributo

Tabelas do Simples Nacional: anexos e alíquotas explicados

Entenda de uma vez as tabelas do Simples Nacional: os cinco anexos, as faixas de faturamento e como a alíquota efetiva é calculada para a sua empresa.

Tabela do Simples Nacional com anexos e alíquotas para empresas brasileiras
Tabela do Simples Nacional com anexos e alíquotas para empresas brasileiras
Carla Franco
Carla FrancoEspecialista en facturación electrónica y monotributoPublicado: 22 de junio de 2026 · 7 min de lectura

Escolher o regime tributário certo é uma das decisões mais importantes para qualquer pequena empresa no Brasil, e o Simples Nacional costuma ser o ponto de partida. Mas, na hora de entender quanto se paga de imposto, muita gente trava ao olhar a tabela do Simples Nacional: anexos, faixas, alíquotas nominais, parcela a deduzir... parece complicado de propósito.

Neste guia, a gente desmonta a tabela parte por parte para você entender em qual anexo a sua empresa se encaixa, como as faixas funcionam e por que a alíquota que você realmente paga quase nunca é a que aparece em destaque.

Em resumo

  • O Simples Nacional tem cinco anexos: I e II para comércio e indústria, III, IV e V para serviços.
  • Cada anexo tem seis faixas baseadas no faturamento acumulado dos últimos 12 meses.
  • A alíquota efetiva é progressiva: depende da receita, da alíquota nominal e da parcela a deduzir, então costuma ser menor do que a alíquota nominal da faixa.
  • O anexo de alguns serviços muda conforme o fator R (relação entre folha de pagamento e faturamento).
  • Independentemente do anexo, a empresa precisa emitir documentos fiscais eletrônicos (NF-e, NFC-e ou NFS-e).

O que são os anexos do Simples Nacional

Os anexos do Simples Nacional agrupam as atividades econômicas por tipo, porque comércio, indústria e serviços têm cargas tributárias diferentes. O anexo define qual conjunto de alíquotas se aplica ao seu CNPJ. Em linhas gerais:

Anexos I e II — comércio e indústria

  • Anexo I: empresas de comércio (lojas, revendas, varejo em geral). É o anexo com a carga inicial mais leve.
  • Anexo II: indústria e atividades fabris. As alíquotas são parecidas com as do comércio, com a diferença de que entra o IPI na composição dos tributos.

Anexos III, IV e V — serviços

  • Anexo III: a maioria dos serviços, como agências, manutenção, academias e clínicas, além de serviços com folha de pagamento relevante.
  • Anexo IV: serviços como construção, vigilância, limpeza e advocacia. Aqui o INSS patronal é recolhido por fora do DAS.
  • Anexo V: serviços de maior valor agregado, como consultorias e atividades técnicas, quando a folha de pagamento é baixa em relação ao faturamento.

Antes de decidir, vale também comparar o regime com outras opções. Se você ainda está em dúvida sobre qual escolher, leia nosso comparativo entre Simples Nacional e Lucro Presumido.

As faixas do Simples Nacional

Cada anexo é dividido em seis faixas do Simples Nacional, que nada mais são do que intervalos de faturamento acumulado nos últimos 12 meses (a chamada RBT12). Conforme a empresa cresce e fatura mais, ela sobe de faixa e passa a ter uma alíquota nominal maior.

A lógica é progressiva, parecida com a do imposto de renda:

  1. O sistema soma o faturamento dos últimos 12 meses.
  2. Identifica em qual faixa esse valor cai.
  3. Aplica a alíquota nominal e a parcela a deduzir daquela faixa.

O limite total do Simples Nacional vai até R$ 4,8 milhões de faturamento por ano. Empresas que ultrapassam esse teto precisam migrar para outro regime tributário.

Como funcionam as alíquotas do Simples Nacional

Aqui está o ponto que mais confunde: a alíquota que aparece na tabela é a alíquota nominal, mas não é exatamente o que você paga. As alíquotas do Simples Nacional são calculadas de forma efetiva, com uma fórmula que considera a parcela a deduzir.

A fórmula da alíquota efetiva é:

  • Alíquota efetiva = (RBT12 × alíquota nominal − parcela a deduzir) / RBT12

Onde a RBT12 é a receita bruta acumulada nos últimos 12 meses. Na prática, isso significa que a alíquota efetiva é sempre menor do que a alíquota nominal da faixa, evitando que a empresa pague um salto enorme só por mudar de faixa.

Por que isso importa para o seu caixa

Como o cálculo depende do faturamento real do mês a mês, dois negócios no mesmo anexo e na mesma faixa podem pagar valores diferentes em DAS. Manter o controle de vendas e notas em dia é o que garante que esse cálculo saia correto. Em um sistema de gestão, o histórico de faturamento já fica organizado para apurar a alíquota certa.

Anexos, notas fiscais e SEFAZ

Estar no Simples Nacional não dispensa nenhuma empresa de emitir documentos fiscais. Dependendo da operação, você vai emitir:

  • NF-e para vendas de produtos entre empresas (B2B).
  • NFC-e no varejo ao consumidor final, com QR Code no cupom.
  • NFS-e para serviços, conforme a prefeitura ou o padrão nacional.

Esses documentos são autorizados pela SEFAZ e, na maioria dos casos, exigem certificado digital (e-CNPJ ou e-CPF, ICP-Brasil) — a exceção costuma ser a NFS-e nacional, que aceita login gov.br. Se você quer entender melhor esse órgão, veja o que é a SEFAZ e como ela atua na autorização das notas.

Vale lembrar que o MEI é obrigado a emitir nota para pessoas jurídicas; para o consumidor final pessoa física, a emissão é facultativa. Para se aprofundar no documento mais usado, confira nosso guia pilar sobre a nota fiscal eletrônica (NF-e).

Conclusão

Entender a tabela do Simples Nacional deixa de ser um bicho de sete cabeças quando você separa as três peças: o anexo (sua atividade), a faixa (seu faturamento) e a alíquota efetiva (o cálculo progressivo). Com isso claro, fica muito mais fácil planejar o caixa e evitar surpresas no DAS.

E para que esse cálculo saia sempre certo, o segredo é manter o faturamento e as notas fiscais organizados. O YoFacturo emite NF-e, NFC-e e NFS-e, integra com a SEFAZ e centraliza suas vendas em um só lugar — pensado para o pequeno empreendedor no Brasil.

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